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fev
07
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(Review por @Solange_Star)
Spartacus e Crixus lideram os ex-escravos e gladiadores para o sul. Eles invadem uma casa, matam o dono e libertam os escravos. Um deles ficou bem chateado por perder seu status de escravo pessoal do dominus e tenta matar Spartacus, que mostra misericórdia e o treina depois. Tiberius/Nasir acaba salvando Spartacus quando um grupo de soldados chega procurando pelo dominus. Spartacus tem que aceitar o fato de que nem todos os escravos são necessariamente mal tratados e muitos deles sempre hesitarão em ‘mudar de vida’.
Crixus foi bem duro na interrogação ao dominus sobre Naevia. Então lembramos que aqueles homens não são heróis, eles são brutais e violentos, não buscam ser modelos de ética ou controlar emoções, eles querem a liberdade que foi roubada deles. Spartacus tenta impor ética e liberdade num mundo onde a violência e a intriga política imperam.
Crixus e Spartacus lentamente estão se tornando amigos. Os dois entendem de dor e principalmente da perda do amor. Quem também anda sofrendo por amor é Mira, que questiona as intenções de Spartacus no relacionamento deles. Ela também tem desenvolvido uma certa liderança entre as mulheres do grupo. Assim como Spartacus, ela é contra a selvageria gratuita e interfere mesmo quando não é chamada.
A rebelião teve um profundo efeito em Oenomaus, que ainda vaga tentando encontrar um propósito depois do que ele fez. Ele realmente não queria ir contra a casa do seu primeiro mestre e estava orgulhoso de sua posição como escravo mais respeitado da Casa, com todos os gladiadores sob seu comando. O ponto alto do episódio foi o flashback que revelou a história dele antes que se tornasse Doctore na Casa de Batiatus.
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Vimos que o jovem Oenomaus foi comprado por Titus para a Casa, mas ele se tornou mais um amigo que um simples escravo. O tratamento de Titus é um contraste de como o filho Quintus Batiatus tratava seus homens. Oenomaus fez a escolha certa em ajudar Spartacus, mas ainda acha que traiu o mestre. Seu atual retorno às lutas nas ruas revelou que ele não queria nada mais que ser morto como forma de punição. Até ser encontrado por Ashur.
Em Capua, Glaber conspira com Seppius para capturar Spartacus, e não se importa em conseguir algo mais contra o fugitivo, por isso permite que Lucretia realize um ritual. Ilithyia leva Lucretia ao mercado para comprar os apetrechos e se distrai com a atrevida Seppia, enquanto Lucretia sai abençoando as pessoas que a adoram. Um desconhecido aborda Lucretia e lhe deixa um bilhete antes de desaparecer. Mais tarde, ela faz o ritual que parece claramente uma artimanha para fazer Ilithyia e Glaber pensarem que está louca. O olhar de Glaber para ela pareceu-me cheio de admiração. Lucretia é mil vezes melhor sendo malvada do que Ilithyia. Se ela e Glaber formarem uma aliança, aí sim teremos bons vilões.
Ilithyia tem lá suas loucuras também, afinal, ela ainda se masturba com a memória do encontro sexual que teve com Spartacus. E no momento em que Lucretia se distrai com o ritual, Ilithya está a ponto de atacá-la pelas costas quando é interrompida por uma serva anunciando a chegada de alguém. É Ashur que aparece com Doctore, dizendo que ajudará Glaber a derrotar Spartacus. Lucretia agradece aos deuses por atenderem suas preces e amassa o bilhete entregue por Ashur no mercado. Será que vão mesmo entender o fato como intervenção divina?




